Livros que não consegui terminar

Livros que não consegui terminar

Existem livros tão chatos, mas tão chatos, que não dá pra ler até o final.
É claro que expressa apenas a minha opinião, não desfazendo de entendimentos diversos, o que pode ocorrer com qualquer tipo comentário.
Aí vai uma pequena lista:

Os 351 Livros de Irma Arcuri – David Baio
É a história do gênio matemático, Philip Masryk, que recebe uma coleção de 351 livros de sua amiga, escritora e encadernadora, Irma Arcuri.
Irma abandona o seu amante e desaparece, deixando algumas pistas nos livros, e Philip tenta encontrá-la através destas pistas.
O protagonista, Philip, transforma tudo o que vê em uma equação matemática, e pensa que vai encontrar Irma desta forma.
A história parece interessante. No entanto, passam as páginas e nada acontece, ficam as equações aparecendo, não resolvendo nada, com pistas sem sentido...
Resumindo, o livro é impossível de ser lido até o fim, não prende, não tem uma sequencia que prenda até o final.
Por não incitar a curiosidade, este é um dos livros que não consegui ler até o final...

Comer, rezar, amar - Elizabeth Gilbert
A autora, bem sucedida, com uma carreira de sucesso, após um divorcio traumático, resolve tirar um “descanso” de 01 ano, para repensar sua vida, e escolhe 03 países para viajar: Itália Índia e Bali. Em cada um deles, ela aprende novas experiências, e divide os países de acordo com o que sente.
Na Itália, é o país do “comer”, onde ela come muitas massas e comidas típicas do país, e acaba até mesmo engordando.
Na Índia é o país do “rezar”, onde ela adquire várias experiências de meditação e oração.
E em Bali, é onde ela conhece seu novo amor, que a faz esquecer completamente o ex marido.
Em cada viagem, ela faz considerações e explicações de cada país, com suas culturas, e culinária.
Um livro maçante, em que nada de novo acontece, parece um diário de viagens.
Consta na capa que foram vendidos mais de 4 milhões de exemplares, contudo, isso deve-se ao marketing, porque comprei e tive que, do meio pra frente, fazer “leitura dinâmica”, porque não conseguia terminar.
É minha opinião, mas a propaganda diz ser um livro emocionante, mas pode-se dizer que há tudo nessa história, menos emoção!
Pela falta de emoções,e por tentar expor as culturas dos diferentes países de forma cansativa, o livro parece mais um documentário, e por isso, foi duro ler até o final, quase impossível.

Eu sou o mensageiro – Markus Suzak
Ed Kennedy é um jovem de 19 anos que leva uma vida normal: trabalha como taxista, joga cartas com amigos, é apaixonado por uma amiga que dorme com quase todos os seus amigos, menos ele. Além disso, mora sozinho, apenas com a companhia de um cachorro velho.
Certo dia, meio sem querer, ele impede um assalto a banco, sai nos jornais, e fica famoso como herói da noite para o dia.
Depois disso, Ed começa a receber misteriosas cartas de baralho pelo correio: uma seqüência de cartas, como: ases de ouros, paus, espadas, copas, cada uma contendo uma série de endereços ou charadas a serem decifradas. Após certa dúvida, e movido pela curiosidade, começa a procurar pelos endereços constantes em suas cartas, e sempre encontra pessoas com dificuldades, as quais ele acaba ajudando com pequenos gestos.
Muitas pessoas gostaram do livro por conter mensagens e lições de vida, como a de que todos têm o seu valor, e que cada pessoa é especial para alguém.
No entanto, a maneira que o autor escreve é muito infantil, monótona, e difícil de acompanhar por ser muito chato.
O Ed, personagem fica o tempo todo pensando se deve ou não continuar, mas claro que sabemos que ele vai continuar a seguir os endereços das cartas, senão não ia ter história.
Muito infantil, chato, parece escrito pra crianças, não tem nada de profundo, como pretendia o autor.
Claro que tem gente que gosta, mas só quem curte livros teen.
Foi um sacrifício ler até o final.

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